Apresentação

Escritório de advocacia com sede na Estância Turística de São Roque, à Rodovia Prefeito Quintino de Lima, nº 253 (1ª casa, à esquerda, no sentido São Roque/Ibiúna, esquina entre Rod. Raposo Tavares e Rod. Pref. Quintino de Lima), cidade localizada a 60 km da capital – São Paulo.

Presta serviços jurídicos nas áreas de Direito Trabalhista, Previdenciário, Civil, Criminal e Ambiental, junto das mais diversas instituições. Atua na esfera extrajudicial frente às prefeituras, cartórios e repartições públicas. Sua principal característica é assegurar tratamento personalizado a cada cliente.

Presta consultoria/assessoria, visando todos os aspectos diários da vida jurídica empresarial e particular no âmbito do Direito Ambiental, Trabalhista, Previdenciário, Civil e Criminal.

No tocante ao cliente, os serviços centrar-se-ão na adequação da resposta necessária, que poderá ser on line ou por e-mail, ou carta, ou visita, e que serão revestidos de sigilo e compromisso, privilegiando a celeridade, eficácia e informação continuada de todas as diligências adotadas.

A advocacia preventiva tem lugar de destaque, sempre que possível, com a adequação das necessidades dos clientes à sua vivência dentro do ordenamento jurídico.

Nosso objetivo será, sempre, oferecer o melhor no exercício profissional, proporcionando o bem estar e equilíbrio nas relações jurídicas.

Atendimento on line é um serviço que visa diminuir os custos de atendimento. O cliente opta entre fazer a consulta por pergunta, através de e-mail ou já contratar o serviço, se assim desejar.

Caso opte pelo contrato, este lhe será encaminhado via E-mail, deverá ler, certificar-se de que tudo está correto, imprimir, assinar, digitalizar (escanear) e devolver via internet. O mesmo procedimento será adotado quanto à procuração e demais documentos necessários.

Por fim, haverá, além da resposta, orientação do que fazer na busca por melhores resultados e no melhor encaminhamento forense.

2 comentários

  1. Fernando Antonio da SIlva Segundo disse:

    Sou policial militar, estava de serviço de 12hs, de serviço em um posto fixo há 5anos, nunca fui punido como militar, ao dar apoio a um Inspetor responsável pela Guarda Municipal do local, abordamos 02 jovens, idade 17 e 14 anos, foram levados para a cabine da guarda, onde o 17anos foi liberado por não haver nada contra o mesmo, ficando conosco o de 14anos pois o mesmo não. Conseguiu comprovar a origem do dinheiro que com mesmo se encontrava 1.000,00reais, depois de varias tentativas de entrar em contato com algum responsável do mesmo sem êxito, foi decidido por mim e pelo inspetor que o dinheiro ficaria sobe a minha responsabilidade pois faltavam poucos minutos para o termino do serviço hás 19:00hs. e assumiria novamente o serviço às 07:00 hs do dia seguinte informei ao menor que ele seria liberado para vir juntamente com sua genitora para receber o dinheiro pois o mesmo informou que o dinheiro pertencia a mesma, está decisão foi tomada por mim pois desconfiei que o mesmo poderia ter pego escondido dos seus pais, Duas horas depois já eencontrando-me em minha residência recebi uma ligação do oficial responsavel pela área perguntando se o policial da citada ocorrência do menor teria sido minha pessoa respondi de imediato que sim, ele exigiu minha presença no local pois a mãe do menor estava atrás do dinheiro. Estive no local, onde foi devolvido dinheiro e um celular que foi usado quando inspetor tentava entrar em contato com algum responsável do menor, que quando liberado esqueceu o mesmo na base da guarda.
    Alguns meses depois fui notificado que responderia uma Sindicância sobre o fato ocorrido,e recentemente depois de alguns meses fui notificado novamente que o resultado da sindicancia que foi enviada para a corregedoria Pedindo pelo meu Indiciamento por Crime Militar de Apropriação Indebita. Watsap (83)88075917

  2. Olá Fernando, muito bom dia!
    Desculpe a sinceridade, mas vocês fizeram tudo errado!
    Sem dúvida, a sua postura revela incidência no crime de apropriação indébita.
    Para poder lhe ajudar, precisaria ter maiores informações e, estudar o caso como um todo.
    Por exemplo, como e por que se deu a abordagem dos menores?
    O que posso lhe aconselhar é que reúna tudo o que puder de provas para defesa em instrução processual. Converse com o pessoal que esteve naquele local na data da ocorrência (outros militares e GCM’s). Se possível até civis que por ventura tenham presenciado, para que possam ser testemunhas.
    Abraço.

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